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Gestão de capital de giro? Conheça os principais erros e acertos!

Editor Gerencianet

10/12/2018

Gestão de capital de giro? Conheça os principais erros e acertos!

O capital de giro é de extrema importância para uma empresa. Afinal, é ele que permite manter as operações necessárias para o funcionamento do negócio. Também é por meio dele que você conseguirá pagar os salários e encargos trabalhistas, os fornecedores, impostos, entre outras despesas.

Neste post, você vai saber quais são os principais erros e acertos em relação à gestão de capital de giro. Continue a leitura e tire suas dúvidas sobre o assunto.

Por que é importante fazer a gestão do capital de giro?

Gerir o capital de giro da forma correta é importante em qualquer negócio. Além de ser o resultado do seu fluxo de caixa, esse recurso, quando bem controlado, possibilita:

  • cumprir com as obrigações financeiras no curto prazo;
  • identificar os períodos mais apropriados para realizar uma determinada aquisição, incluindo a definição dos prazos que a empresa poderá assumir;
  • manter o equilíbrio das contas do ativo e do passivo;
  • gerar riqueza no longo prazo.

Em termos práticos, a boa gestão do capital de giro viabiliza a formação de uma reserva financeira. Com essa reserva, a organização consegue saldar os seus compromissos mesmo nos períodos em que as vendas estão baixas. Por isso, é fundamental ter um controle eficiente de capital de giro.

Quais são os acertos cometidos durante esse processo?

Para dar sequência, vamos aos principais acertos no gerenciamento desse recurso.

Ter um capital de giro próprio

Existem vários componentes que podem integrar o capital necessário para que o negócio sustente suas operações. Uma parte deles é representado pelas receitas a serem alcançadas de imediato. Já a outra parte, se relaciona com os valores a receber no médio e longo prazo e que não podem ser usufruídos no momento.

Nessa linha, uma parcela do capital de giro de muitas empresas é originada em financiamento e empréstimos. Isso significa que o ciclo operacional do negócio foi viabilizado com a ajuda de injeções vindas de bancos que emprestam dinheiro a juros.

Mas nem sempre isso é um erro. Em alguns casos, recorrer as instituições bancárias é a melhor (ou única) saída.

Entretanto, é um acerto fazer algo que permita trabalhar unicamente com um capital de giro próprio. De forma geral, os empréstimos não são recomendados apenas por conta dos juros. Uma vez que o dinheiro de terceiros cai na conta da companhia, ele exige sempre a sua contrapartida.

É por essa razão que a recomendação é contar apenas com o capital de giro próprio. Através dele, a composição é dada pela diferença entre o ativo permanente e o patrimônio líquido.

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Negociar com parceiros e fornecedores

Da mesma maneira que o dinheiro não aparece do nada, ninguém terá conhecimento das demandas do seu negócio. É preciso saber contar com aqueles que podem contribuir ou facilitar de alguma forma.

Isso quer dizer que, além da capacidade de gerar receitas, você também deve desenvolver habilidades de negociação. Essas habilidades ajudam muito no contato com os seus parceiros e fornecedores.

Administrar uma empresa exige a incessante disposição de seguir as regras do jogo. E uma dessas regras é que as vendas nem sempre caminham como se espera. Para esses momentos, preparação é a palavra-chave.

Ao obter condições mais favoráveis em termos de insumos, encargos e pagamento de matérias-primas, serviços ou dívidas, o peso exercido sobre o capital de giro diminui, principalmente nas épocas em que o mercado está em baixa.

Ter um planejamento adequado

Outro acerto que merece destaque é ter um planejamento adequado. Nesse caso, não estamos nos referindo apenas ao aspecto do capital de giro, mas sim à atuação da empresa como um todo.

É preciso definir os propósitos do negócio, o potencial de mercado, os custos e despesas fixas e variáveis. Essas definições são as principais em qualquer planejamento.

Quais são os principais erros na gestão do capital de giro?

Vistos os principais acertos, agora é a hora dos erros mais cometidos na gestão do capital de giro.

Falta de controle orçamentário

Não ter um bom controle orçamentário pode ser um erro fatal. Muitos gestores não têm o devido cuidado em relação às entradas e saídas de dinheiro. Essa falta de cuidado pode colocar em risco o futuro do negócio.

Relatórios negligenciados

Negligenciar os dados contidos nos relatórios financeiros e gerenciais da organização pode resultar em diversos prejuízos. Isso acontece porque ao não analisar propriamente as informações relacionadas ao capital de giro e ao fluxo de caixa, determinados conhecimentos (geralmente valiosos) não serão considerados.

Como consequência, o gestor pode direcionar mal as suas tomadas de decisão, resultando assim em complicações ainda maiores para o sucesso do empreendimento.

Registro impreciso das saídas

Mais um erro que não se pode cometer é registrar as saídas de modo impreciso, já que isso ocasiona divergências no fechamento das contas. Por menor que seja a diferença de valor, no final de um período mais longo, o “hábito” de não ter precisão nos registros pode levar a um montante significativo.

Esse artigo resumiu as boas e más práticas no que diz respeito à gestão do capital de giro. Independentemente do porte da empresa, a qualidade desse trabalho de gerenciamento está intimamente ligada à saúde financeira do negócio

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Categoria

Gestão Financeira

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