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Entenda a importância de acompanhar e controlar seus chargebacks

Editor Gerencianet

10/12/2018

chargebacks

Criados pelas operadoras de cartão para conferir maior segurança às suas próprias atividades, os chargebacks têm se tornado um problema comum e cada vez mais frequente no comércio, principalmente no eletrônico (e-commerce).

Empresas de médio e grande porte não são tão afetadas devido ao seu volume de vendas. Porém, dependendo das realidades de um negócio de menor expressão, por exemplo, esse instrumento pode contribuir para problemas na gestão empresarial e até para o seu fechamento.

Pensando nisso, preparamos este conteúdo para falar sobre a importância de acompanhar e controlar os seus chargebacks. Não perca essa leitura.

O que é um chargeback?

Basicamente, um chargeback é a suspensão de uma venda que foi efetuada mediante um cartão de débito ou crédito. Isso pode acontecer por duas razões:

  • pelo não reconhecimento da compra (quando o titular não a identifica);
  • pelo não cumprimento das normas de contrato das administradoras (quando a operação não estiver em conformidade com os termos editados pelas adquirentes).

A finalidade dos chargebacks é simples: evitar que as pessoas sejam prejudicadas. Uma das causas inclui possíveis ilegalidades quanto ao uso dos cartões. Existe, também, a possibilidade de haver uma ação antiética por parte dos vendedores, como:

  • montante debitado superior ao previsto;
  • produto ou serviço que não foi entregue como o prometido (qualidade inferior, ausência de determinadas funções e/ou recursos etc).

A ilicitude, nesse contexto, diz respeito à clonagem de cartão — uma prática criminosa que visa à efetuação de compras na internet.

Qual a importância de acompanhar os chargebacks?

De modo claro e objetivo, a importância de acompanhar os chargebacks consiste nos seguintes pontos:

  • ajuda a evitar atos ilícitos;
  • aumenta a produtividade da equipe financeira;
  • identifica a improcedência das informações;
  • reduz o impacto negativo na receita do negócio.

Nesse sentido, um ponto importante a destacar é que existem dois tipos de fraudes. A primeira é aquela em que o cartão é clonado — situação pela qual os chargebacks são solicitados pelo não reconhecimento da compra.

A segunda é a chamada “autofraude”, também conhecida como “fraude amigável”. Nesse caso, o que ocorre é uma conduta antiética do próprio titular do cartão. Normalmente, ele faz a compra, aguarda o recebimento do produto e depois declara não tê-la reconhecido.

Infelizmente, esse tipo de conduta tem crescido bastante. Devido à sensação de anonimato que a internet proporciona, as lojas virtuais são os principais alvos. Cabe salientar que essa prática é passível de processo criminal.

Serviços como o da Clearsale incluem a verificação de todas as transações realizadas em um ambiente de compra virtual. Ao integrar esse sistema no seu site, a segurança das transações é muito maior.

Para concluir, não poderíamos deixar de falar que a única maneira de acompanhar e controlar os chargebacks é por meio de uma política de gestão de risco. Para se proteger por completo, é interessante evitar a opção de venda direta por cartões de crédito. Transações efetuadas com intermediadores de pagamento, como a Gerencianet, são livres desse problema.

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Segurança

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